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"brainstorm" Category


nenhuma solidão se mistura à outra.


terça-feira, janeiro 13, 2009

perto do coração selvagem.


quinta-feira, janeiro 8, 2009

“Ele estava só. Estava abandonado,
feliz, perto do selvagem coração da vida.” James Joyce

do you want to be alone?


terça-feira, janeiro 6, 2009

picture-5

the maccabees, first love.

(não foi possível inserir o vídeo no blog, fica só o link =/)

“É um log do seu diálogo interno, mas é público”.


quinta-feira, dezembro 4, 2008

Camilla: e as pessoas tem que ter twitters pra vomitar qualquer pensamento que elas tenham por segundo. Twitter é pura solidão. É o diálogo interno que você quer pôr pra fora.

utilidade dos assobios


quinta-feira, dezembro 4, 2008

de Chico Mattoso, publicado na Revista da MTV 40

Tem coisa que a gente sabe que vai acabar mal. Tudo muito calmo, tudo muito certo, tudo correndo do jeito que deveria, mas a gente vê que aí tem. É como um pequeno vazamento, um cheio sutil que se desprende de algum lugar, e a gente sabe, a gente sempre sabe, a gente põe as mãos no bolso e tenta assobiar mas é óbvio que isso não adianta. Então começa a acontecer, a gente vê que está começando, mas finge que não é nada, que é bobagem, que o melhor a fazer é soltar um bocejo e dar uma conferida displicente nas unhas da mão, ah, que sujeira, e então um suspiro frouxo, um estalar da língua, uma olhada rápida no relógio enquanto ao lado a coisa cresce, alheia à nossa indifença, e ganha massa feito um bolo no forno. A coisa já aconteceu, a coisa está explodindo e já não dá para inventar disfarces, é preciso fazer algo, mas a única idéia que aparece é enfiar-se no banheiro e fingir qualquer problema. A gente tem um monte de amigos, a gente vai a festas e fala no telefone e se encontra na internet, e isso parece construir uma espécie de proteção contra as coisas, a gente esquece que toda relação tem algo de virtual, porque, no fim das contas, nenhuma solidão é capaz de misturar-se a outra. Mas começa a ficar tarde, e a gente põe denovo as mãos nos bolsos, e vai andando pra casa como se nada tivesse acontecido, e no quarteirão de cima um carro buzina e é preciso endurecer o corpo para não sucumbir ao vento gelado. Então é preciso dormir, e ter sonhos estranhos, e acordar com dor de cabeça, e escovar os dentes olhando a própria cara amassada e decidir-se, na amnésia forçada de cada manhã, a tomar uma ducha quente e começar tudo de novo. Porque a gente sabe.

f5


quarta-feira, outubro 29, 2008

as idéias evoluiram bastante nas últimas semanas. acabei decidindo, enfim, que a pesquisa resultasse num projeto teórico-experimental e não numa monografia. o tema (dentre tantas coisas que abrigam o espaço entre corpo, imagem e subjetividade), ganhou um recorte: a solidão.

pretendo, através de imagens, investigar esse trânsito difícil entre nós e o mundo. por enquanto, ainda coleto idéias embrionárias que surgem ao ver imagens como essa:

i am __________, clica para saber mais.

do lado de dentro.


sexta-feira, outubro 17, 2008
ultra-sonografia

ultra-sonografia

insight-1


quinta-feira, outubro 16, 2008
das coisas que aconteceram comigo

das coisas que aconteceram comigo

marco-zero


quarta-feira, outubro 15, 2008

imagens contemporâneas, corpo, subjetividade, solidão, fotografia.

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alteridade, iconofagia, experiência, arte, espaço, práticas instalativas, processos criativos, fabulação, estetização do cotidiano, memória.